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Aplicações

Concessionárias de energia e água

Locais sem vigilância em que o alarme precisa ser verdadeiro na primeira vez.

Camadas recomendadas
3
Riscos principais
3
Sistemas
3

O perímetro de uma subestação de 200–600 m usa cerca de pulso de 4–6 fios em zonas de 80–110 m, barreiras a laser nos trechos abertos de 180 m e DTS nas valas de cabos, com 10 km por canal. A verificação é feita por predefinição de câmera e sirene local; a resistência de aterramento é mantida abaixo de 10 Ω.

Cerca perimetral em instalação de concessionária de energia
Visão geral

A condição do local define a camada

O que costuma dar errado

Comece pelos pontos mais propensos a falhar

01

Resposta remota

Muitos locais não têm vigilante permanente. O alarme precisa chegar a uma sala de controle com detalhe suficiente para enviar a pessoa certa, e a sirene local precisa ser capaz de afastar um intruso.

02

Ruído elétrico e aterramento

Pátios de manobras, transformadores e leitos de cabos produzem campos intensos. A fibra é imune; sensores de cobre exigem cabo blindado, separação das rotas de energia e um aterramento limpo.

03

Vegetação e vias de acesso

Locais de concessionárias costumam ter faixas de grama largas e vias de serviço dentro do perímetro. Um feixe atravessando uma via de serviço dispara em toda visita de manutenção; a linha de detecção deve seguir o limite real do ativo.

Projeto de detecção de referência

Camada por camada

Configuração camada por camada

L01

Camada de cerca — pulso ou tensão

Cerca de pulso de quatro ou seis fios no muro perimetral, ou cerca de tensão onde o local preferir não ter tensão. As zonas se alinham aos vãos do pátio de manobras, para que um alarme indique um vão, e não todo um lado.

L02

Áreas abertas — barreiras a laser

Barreiras a laser cobrem os trechos longos e retos entre edificações e a borda aberta do pátio de manobras. Colunas de múltiplos feixes reduzem a chance de transpor por cima ou rastejar por baixo.

L03

Rotas de cabos — DTS ou fibra de vibração

A fibra de temperatura distribuída monitora o superaquecimento em leitos de cabos; a fibra de vibração detecta escavação ou corte ao longo da rota. Ambas reportam à mesma camada de controle do perímetro.

Perguntas frequentes

Perguntas sobre a aplicação

O sistema pode reportar a uma sala de controle remota?

Sim, por meio da central K10 (RS485/rede/GPRS), da plataforma de gestão ou de um concentrador local. Confirme o protocolo e o caminho de rede com a equipe de operações; um alarme local que nunca chega à sala de controle não é um sistema de monitoramento remoto.

Uma cerca de pulso interfere nos equipamentos elétricos?

A cerca é projetada para uso perimetral e o pulso é curto, mas mantenha o cabo de alta tensão afastado dos cabos de instrumentação e siga as regras de separação EMC do local. Em locais com instrumentação sensível, a cerca de tensão ou a fibra eliminam a questão por completo.

O que acontece durante uma parada programada?

A bateria de reserva de 12 V da central mantém a cerca armada, mas a duração depende da capacidade da bateria. Para uma parada longa, dimensione a bateria para a janela planejada ou aceite que o local ficará apenas com alarme local. Teste a comutação antes da parada, não durante.

Envie o comprimento do traçado. Devolvemos o energizador e a lista de materiais por metro.

Envie o comprimento do traçado. Devolvemos o energizador e a lista de materiais por metro.

Informe os metros de perímetro, o tipo de muro ou cerca, o número de portões e a resposta de alarme. Dimensionaremos o energizador e cotaremos arame, isoladores e esticadores por metro.